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Setor Financeiro

Mobile banking: transações financeiras saltam 70% em 2017

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A era digital transformou hábitos e nos tornou (consumidores) mais exigentes em relação à conveniência. Tudo tem de estar a um clique e quando falamos de transações financeiras, não faz muito tempo, o ceticismo em relação a segurança em realizá-las pelo celular caiu por terra. É o que mostra estudo Tecnologia Bancária 2018 divulgado em maio pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

A Pesquisa apontou um aumento de 70% das transações com movimentações financeiras, via mobile banking, em 2017, em comparação a 2016. Isso demonstra que as ações relacionadas à proteção das operações por meio de dispositivos móveis estão funcionando e deixando os clientes mais tranquilos para desfrutar das facilidades da mobilidade, indo além das simples consultas a saldos.

É claro que todo usuário de serviços que envolvem operações financeiras críticas deve fazer a sua parte, respeitando algumas precauções como, por exemplo, não usar redes wi-fi em aeroportos ou em outros estabelecimentos para efetivá-las.

Mas esse avanço é fruto de muito investimento em tecnologia. Em 2017, os bancos investiram mais de R$ 19 bilhões em seu arsenal tecnológico, com inovações que aprimoraram seus serviços. A segurança representou 10% desse montante. Entre os principais recursos incluídos na soma total estão Analytics e inteligência artificial/computação cognitiva, muito voltadas para proporcionar melhor experiência aos clientes.

O Mobile Banking registrou perto de 890 milhões de pagamentos de contas em 2017, um salto de 85% em relação a 2016. Em transferências/DOC/TED foram contabilizadas mais de 400 milhões em 2017 e crescimento de mais de 141% em contratações de crédito, somando 225 milhões.

Esse avanço é cada vez mais impulsionado pela necessidade e busca por conveniência do cliente digital. Para não perdê-lo e ganharem competitividade e preservarem suas posições no ranking, os bancos seguem investindo em tecnologias disruptivas que os façam avançar na jornada digital, com serviços diferenciados. A tendência, portanto, aponta para o fortalecimento de suas estratégias com foco em operações com movimentação financeira ao longo de 2018 nos canais digitais.

Nesse desenho, de acordo com a pesquisa, os recursos mais utilizados são inteligência artificial e computação cognitiva (80%), blockchain (75%), Near Field Communication – NFC (55%) e IoT (45%).

Aqui na Resource, estamos em linha com as demandas atuais do setor bancário, que exigem muito conhecimento e preparo para proporcionar mais que um atendimento qualificado, uma parceria personalizada.

Com os novos entrantes, como fintechs e instituições bancárias nascidas no berço digital, é preciso contar com aliados na jornada da nova economia, que sejam ágeis e capacitados para superar os desafios do mercado transformado. Alcançamos esse patamar ao longo de muitos anos. Está no nosso DNA.