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Gestão

Não basta ser inovador, é preciso se manter inovador

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Ser ou não ser inovador? Não é mais uma questão de escolha e sim de sobrevivência profissional nos novos tempos. Ou o profissional inova por si mesmo, ou cria um ambiente que permita que seus liderados inovem. O ideal é a junção desses dois cenários, porque inovação é pré-requisito básico na nova economia.

O profissional inovador é aquele que sempre questiona “o que” e “como” está fazendo seu trabalho, que pensa em melhorar o tempo todo, e se pergunta: “Qual é o principal objetivo de fazer isso?”, “Qual experiência eu gostaria de ter se eu fosse o cliente?”.

Na era da transformação digital, o profissional, além de habilidades e competências técnicas, deve possuir ou desenvolver soft skills para estar alinhado aos novos desafios de um mercado em ebulição com tecnologias e modelos de negócio disruptivos.

Ele precisa ser questionador, open mind, antenado, inquieto e provocador. E sempre buscar o conhecimento, com constantes atualizações, atento às tendências tecnológicas e a toda movimentação do mercado que muda em velocidade impressionante.

O maior desafio nessa jornada é mostrar à empresa que inovar é questão de sobrevivência. Muitas vezes, o profissional inovador é incompreendido. Portanto, é vital que ele seja resiliente e persistente.

É bem mais difícil tornar-se inovador, já que envolve uma mudança radical de mind set. Depois que isso acontece, manter-se nessa “vibe” é mais fácil, pois torna-se algo visceral. Aí é mais complicado deixar de ser do que se manter inovador.

Recentemente, a consultoria global Gartner defendeu em sua conferência que hoje o profissional deve ser versátil, ou seja, tem de estar pronto para atuar em diversas frentes. E isso contribui para que ele instigue a inovação. Versatilidade e capacidade de se apaixonar por novos desafios sem dúvida o torna desejado, valorizado e mais preparado.

Não por acaso, o Gartner acredita que esses profissionais serão capazes de transformar a infraestrutura e operações (I&O) nas empresas, inovando com suas habilidades. Não é uma missão fácil, mas à medida que o profissional inovador contagia outros na organização, esse desafio torna-se mais leve.

Eu me considero inovador, por estimular a inovação em minha área, por apoiar todas as iniciativas inovadoras e estar sempre de olho nas tendências que já estão transformando o mercado com modelos disruptivos.

Mas ao mesmo tempo estou certo de que tenho muito a evoluir, porque é um risco se sentir pronto. A evolução profissional é constante e a inovação exige que estejamos sempre nos desafiando, a cada projeto, a cada demanda, na certeza de que o sucesso de hoje não terá o mesmo êxito amanhã. É preciso se manter inovador!