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Inovação

O poder transformador do Analytics

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O mundo está em plena ebulição tecnológica, na esteira do Digital. Nada será como antes, em especial o comportamento dos consumidores e as suas expectativas. Nesse cenário, as empresas precisam atualizar e aprimorar o conhecimento sobre seus clientes para construir estratégias inovadoras, atrair, fidelizá-los e agilizar, de forma assertiva, as tomadas de decisão. O caminho? Analytics.

Não por acaso, o Gartner prevê para 2020 uma receita global do mercado de Business Analytics de nada menos que US$ 22,8 bilhões. A estimativa de movimentação da consultoria para o ano passado estava em mais de US$ 18 bilhões. Esse quadro é sinal de que as organizações estão atentas aos benefícios dessa tecnologia para os negócios. Afinal, nada como dados analisados com propriedade, gerando informações que impulsionem a competitividade.

Hoje, as ações precisam ser realizadas na máxima velocidade, sob pena de perder chances valiosas na arena do mercado e o Analytics não só acelera esse processo como agrega uma movimentação mais segura. Além disso, minimiza prejuízos com esforços inadequados, que geram maus resultados.

A eficiência, portanto, é um dos importantes ganhos proporcionados pela tecnologia. Isso porque ela pode ser aplicada em todas as áreas de negócio da companhia, que passam também a traçar estratégias que proporcionem aos processos mais agilidade e eficiência. Assim, a adoção de BA não é mais uma questão de escolha e sim de necessidade.

Você, naturalmente, deve estar se perguntando, o que difere o BI tradicional do Analytics. Li recentemente um artigo no IT Forum 365, de Paulo Santana, consultor e professor de pós-graduação da FIAP, muito bom sobre as diferenças entre BI tradicional e Analytics.

Ele destaca que ao contrário do BI tradicional, Advanced Analytics é uma classe de técnicas analíticas utilizadas para descobrir insights não óbvios ou prever resultados futuros usando uma ampla gama de fontes de dados e algoritmos.

Uma comparação inteligente é “espelho retrovisor (BI) contra o para-brisa (BA). O BI tradicional, ele diz, relata e analisa ações que ocorreram no passado. As empresas podem usar Advanced Analytics para descobrir insights invisíveis em dados históricos, fornecer informações em tempo real, e construir modelos para prever características e comportamentos do cliente. Vale conferir.

Mudança de hábito

Entre as dez megatendências divulgadas pelo Gartner para Business Analytics, destaco duas que considero importantes. Uma delas é: “As empresas precisam passar de ‘centralizadas em dados’ para ‘focadas em decisões e mudanças’”.  A consultoria defende que o primeiro passo para uma movimentação assertiva é observar os setores na organização que precisam ser mudados ou que já estão em processo de transformação.

A outra é relacionada aos silos de dados, que ainda são muito comuns nas corporações. Segundo o Gartner, “a quebra desses silos oferece novas perspectivas e permite que a equipe combine vários pontos de vista para entender melhor o que está acontecendo, a provável razão e qual ação tomar com base na análise”.

A cultura do Analytics, portanto, deve permear toda a empresa e a recomendação da consultoria é toda a atenção para o fluxo de informações, quem a está consumindo e com quais objetivos. A análise de dados é de grande valor para todos, desde o CEO aos variados níveis de cargo. Somente dessa forma, é possível criar essa cultura e disseminar a sua real importância.

Temos um time focado em ajudar nossos clientes nessa jornada, voltada a um novo patamar de uso dos dados, para torná-los grandes agentes de transformação do negócio. Na nova economia, dados são como petróleo escondido em solo corporativo.

Hoje, eles chegam, de maneira frenética, por meio de variados canais, em grande volume. O diferencial competitivo está em analisá-los e aplicá-los de maneira disruptiva no negócio. Sai à frente quem o fizer de maneira eficiente e rápida. Estamos aqui com esse objetivo.