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Gestão

Sistemas de gestão inteligentes, a nova era

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As corporações estão mudando sua forma de agir e de pensar. Entre os motivos para essa transformação está a presença da Geração Y, também conhecida por Millennials, composta por nascidos entre os anos 80 e início dos 90. Por serem os primeiros a nascer em um mundo totalmente globalizado pela internet, fazem com que novas tendências sejam aplicadas de forma mais ágil, transformando a maneira de acompanhar a informação.

Essa geração veio ao mundo já com um dispositivo móvel nas mãos e conectada, portanto, nada mais natural do que transformar essas ferramentas tão habituais em canais para captação de informações a um clique, na velocidade que a nova era impõe às pessoas e aos negócios atualmente.

Atrelado a essa movimentação, o amadurecimento das redes sociais e seu massivo uso por diferentes públicos geraram um grande volume de dados provenientes de cliques, curtidas, e-commerce, conexões, páginas visitadas, que, em variadas situações, proporcionaram não somente informações estratégicas para os negócios como também nos deixou mais próximos do cliente final. Dessa forma, nos habilitou para construir formas de abordagem mais assertivas e, consequentemente, ampliar a efetivação das vendas.

Tudo isso faz parte do que chamamos de Big Data. Mas como processar esse grande volume de dados e conseguir extrair o melhor modelo que você necessita de forma ágil? Essa necessidade impulsionou o amadurecimento das soluções de análises de dados e então a inteligência do negócio passou de DataWarehouse para soluções massivas com motores e avaliações de previsibilidade, simulações e consolidações.

Essa transformação também mexeu com a necessidade de mudança da computação. O processamento precisou ser mais ágil e as novas tecnologias foram estudadas e incorporadas para garantir a performance da informação. Afinal, não podemos perder a riqueza das informações. Elas precisam ser aproveitadas ao máximo.

Os dados passaram, portanto, a serem processados em memória, transformando a análise de dados massivos em tempo real. Essas inovações, os desafios e as necessidades de escalabilidade levaram as empresas naturalmente à transformação digital e, consequentemente, a novos modelos de negócios.

Era da transformação

Hoje, temos um mundo globalizado com negócios cada vez mais “comoditizados”, onde a agilidade e a previsibilidade são peças fundamentais para o crescimento exponencial e ainda diferencial competitivo. É preciso inovar.

Em cenários cada vez mais competitivos, os sistemas de gestão também tiveram de se transformar, trazendo ferramentas disruptivas. Porém, o primeiro pensamento do CIO, ou CTO, nesse contexto é que a quantidade de informações aumenta exponencialmente, e não tendo recursos infinitos para tal, precisa comprar o melhor e mais caro equipamento para suprir essa demanda, inviabilizando qualquer projeto nesse sentido.

A computação em nuvem possibilita uma TI elástica, em que o custo pelo uso seja por necessidade de processamento. Por exemplo: uma indústria de chocolate necessita vender mais por meio do seu e-commerce, para aproveitar a proximidade da Páscoa. Então, precisa de mais capacidade de processamento para não perder performance e consequentemente vendas.

Nesse cenário, é preciso aumentar o processamento para garantir que a operação seja atendida de forma plena. Quando o volume de acesso reduzir, reduz-se a capacidade de processamento, garantindo a performance, sem desperdícios. Tudo isso de forma inteligente, gerando também um consumo financeiro inteligente.

Os sistemas de gestão também foram aprimorados com base nessa nova necessidade. Tornaram-se inteligentes, a ponto de aprenderem conforme o uso. A SAP acenou ao mercado com uma solução em nuvem pública, na modalidade SaaS, o S4HC, o SAP HANA Public Cloud. Uma alternativa para atender à necessidade de mercado, que impulsionará a inovação das empresas. Mas por que um ERP inteligente é um diferencial competitivo?

Além de o aumento de receita com redução de custos ser uma necessidade real das empresas, os dados gerados em um ERP, se forem ágeis, promovem governança e eficiência, e isso demonstra ao cliente final diferença competitiva.

A inteligência no ERP

Para um ERP ser inteligente, além de todo o conceito que já apresentei aqui, deve trazer em sua essência práticas conhecidas de mercado, e, assim, contribuir para a transformação do negócio com processos definidos, garantidos e otimizados para a indústria. Eles também serão utilizados para o autoaprendizado com algoritmos de machine learning (aprendizado de máquina, na livre tradução), reduzindo procedimentos manuais, promovendo confiabilidade das informações.

Tomemos como exemplo a existência de muitos itens semelhantes em uma ordem de compras, no campo Texto Livre. O sistema propõe automaticamente a criação de um novo item, tornando as próximas experiências mais ágeis.

As recomendações são sempre enriquecidas com sugestões recolhidas pelos algoritmos de machine learning, e deixa o sistema cada vez mais inteligente, sugerindo compras ao final de um determinado período, gerando processo just-in-time automatizado. Esse é o novo conceito.

Nesse caso, os usuários finais poderão usar a linguagem natural no SAP CO-Pilot e criar requisições de compra que eles gostariam de adquirir, reduzindo a necessidade de criação de requisições periódicas. Fantástico, não?

Da mesma forma, para o processo de vendas, usando linguagem natural, é possível selecionar cotação por meio de uma lista, já criando uma ordem de vendas, com funcionalidades como “Quero ver as últimas cotações abertas para o cliente X” e “Crie uma ordem igual a última”, tudo isso por voz!

O uso da nuvem pública, atrelado à segurança e à governança da informação dos ERPs, traz  excelente flexibilidade ao negócio. Além disso, gera redução de custo de propriedade total por ter uma única fonte de informação, que consolide todos os sistemas satélites, com a possibilidade de análises mais ágeis, elasticidade sem impacto e atualização e inovação periódicas.

Sem contar com a vantagem do seu em qualquer lugar do mundo, atualizando informações importantes por meio do celular, com processos já conhecidos e pré-configurados.

Uma nova forma de pensar

Essa nova demanda do mercado exige um novo mindset. Os especialistas, que conheciam somente estruturas funcionais de negócios ou estruturas tecnológicas, passam a ser mais parceiros de TI e negócio com multiskill, utilizando ferramentas que buscam a otimização do processo com mais confiabilidade.

Essa mudança passa, por exemplo, pelo uso de linguagem natural para criação de processos rotineiros, ou do machine learning para sugestão de informações, automatizando bastante o processo e garantindo uma informação mais confiável.

Para isso, os consultores devem conhecer além da estrutura funcional e técnica e se tornarem especialistas em Analytics, BigData, machine learning e IoT, para estarem prontos para, de fato, transformarem o negócio.

São inúmeros fatores que transformam a vida da corporação com o ERP inteligente, incluindo o custo da propriedade total, pois uma vez em SaaS, o sistema passa a ser contabilizado como OPEX. Muda-se o conceito da compra da propriedade do software para o serviço de uso, bem como da aquisição de máquinas, servidores e serviços de backup. Tudo isso está embutido em um único custo e, acredite, bem mais baixo.

Com isso, é possível facilitar a vida de empresas de todos os segmentos, que buscam a padronização dos processos de uso e de aquisição de tecnologias. A SAP trouxe o S4HC com o SAP Cloud Platform, um conceito de Core ERP com uma plataforma de desenvolvimento colaborativa e escalável.

Assim, fica mais simples defender um ROI consistente, o que é mais difícil em um ERP tradicional, pois nesse modelo é possível experimentar o software ou conhecer as melhores práticas e, portanto, materializar a transformação que o cliente necessita.

Também é possível fazer uma sessão de Design Thinking, que identifica dores que ele ainda não percebia, com o apoio de processos pré-configurados e trabalhando rapidamente em um ambiente demo. Com uma plataforma de desenvolvimento colaborativa (o SCP), pode-se definir um roadmap de desenvolvimento, garantindo o core do negócio.

O ERP inteligente é uma tendência real de mercado, essa jornada já começou, a transformação está aí. É importante olhar para o negócio, e questionar: como otimizá-lo? Como estar à frente da concorrência? Como ser mais ágil? Como suprir as demandas inovando? Capex com depreciação ou Opex? O que impede de mudar meu mindset? Com base nas respostas, monte uma estratégia, definindo onde quer chegar e quais tecnologias precisarão ser aplicadas para alcançar os objetivos de negócio.

Inicie um trabalho interno com seu time, faça um brainstorm, mapeie todos os seus processos, olhe para deficiência e pontos positivos, olhe para fora, veja seu mercado como está e se apoie em ferramentas prontas, que acelerem esse processo, use a inteligência competitiva e invista no que já é realidade. Estamos aqui na Resource para ajudá-lo nessa jornada de transformação.