A Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) tem transformado modelos de negócio em empresas de diferentes setores da economia em todo o mundo. O conceito abriga um conjunto de objetos físicos, como sensores e dispositivos inteligentes, que estão conectados e trocam dados por meio da internet.

O termo foi utilizado pela primeira vez pelo visionário pesquisador britânico do Massachusetts Institute of Technology (MIT) Kevin Ashton, em 1999, durante uma apresentação para executivos da Procter & Gamble. Na época, Ashton detalhava a ideia de utilizar etiquetas eletrônicas (RFID) em produtos para facilitar a lógica nas cadeias produtivas.

De lá para cá, o conceito evoluiu muito, assim como todo o ecossistema tecnológico que torna IoT possível. Segundo a consultoria e instituto de pesquisa global Gartner, em 2020 devem existir 20 bilhões de dispositivos conectados à internet e de acordo com a Cisco, em 2030 serão 500 bilhões de dispositivos conectados à rede.

Sem contar que nos últimos anos, o custo do hardware caiu, seu tamanho e capacidade foram reduzidos e novas tecnologias e protocolos de comunicação surgiram como Wi-Fi, 3G, 4G, bluetooth e NFC (Near Field Communication).




Com o avanço do big data e do machine learning (aprendizado de máquina, na livre tradução), chegaram plataformas que oferecem um conjunto tecnológico bastante consistente que pode potencializar a IoT como a Microsoft Azure, AWS, Google Cloud Platform e o SAP Leonardo. Era o futuro que começava a invadir o presente de maneira frenética.

A IoT foi tomando conta de vários espaços e se aliando a recursos disruptivos. Com o conceito, é possível monitorar e gerar um volume de dados astronômico sobre praticamente qualquer coisa em qualquer setor. E essa arquitetura fica ainda mais forte associada ao big data, que traz a capacidade tecnológica para coleta, armazenamento e processamento de grande volume de dados com alta performance em alta disponibilidade em praticamente qualquer origem e formato. Assim como o machine learning, que é o grande gerador de inteligência que tem enorme potencial de agregar valor as possíveis soluções.

Nada será como antes, com IoT

Toda essa revolução provocada pela protagonista deste post, a Internet das Coisas, transformou e vem transformando setores como o agronegócio. Hoje, produtores podem integrar seus sistemas de irrigação a sensores meteorológicos e assim controlar melhor a irrigação da plantação.

É possível monitorar remotamente e em tempo real todo o processo de plantio como velocidade do trator, quantidade de adubo e sementes consumidas, humidade, luminosidade e temperatura do ambiente, identificando as melhores condições de armazenamento da colheita ou insumos. Além disso, o produtor pode obter insights e tomar decisões imediatas, garantindo controle eficiente dos recursos e do esforço humano.

No varejo, IoT contribui para a construção do conceito de lojas inteligentes, em que o fluxo de compra dos consumidores pode ser monitorado, analisado e associado com seus padrões de comportamento nas lojas. Dessa forma, o comerciante pode adequar layouts de maneira assertiva e ações em tempo real como enviar um vendedor a fim de esclarecer dúvidas sobre produtos.

A Internet das Coisas possibilita verificar preços e inventários por meio de smartphones e oferecer promoções customizadas ou serviços baseados na localização dos clientes dentro das lojas.

Já existem carros que avaliam de maneira autônoma o desgaste de suas peças, calculam o gasto de combustível, verificam a temperatura do óleo, água e pressão dos componentes do motor e até mesmo a relação da mistura do ar e combustível.

Sem falar nos sistemas residenciais, capazes de identificar o morador por meio de leitura biométrica e assim liberar seu acesso ao condomínio, regular a temperatura do ar-condicionado dos cômodos de acordo com suas preferências, ajustar a intensidade da iluminação, iniciar o sistema de som ambiente e até controlar a temperatura da água do chuveiro. E tudo isso pode ser feito por meio de smartphones.




Muitas empresas estão conectando toda a sua linha produção por meio de IoT e com isso realizando previsões bastante assertivas sobre manutenções preventivas, evitando paradas não programadas. Resultado? Redução de gastos com reparos ou reposições.

O futuro, sem dúvida, é agora. Não há como adiar a transformação dos negócios. Temos disponível no mercado toda a tecnologia de hardware e software necessária para executar projetos inovadores com alto valor agregado. O diferencial está em avaliar onde a inovação pode ser aplicada para, de fato, trazer valor ao negócio e, assim, promover a sua transformação.

Aqui na Resource, temos um time que trabalha com conjuntos de métodos e processos que compõem o Design Thinking para guiar nossos clientes na jornada de escolher as tecnologias mais adequadas, definir as melhores soluções e engajar pessoas em um objetivo comum.

É, portanto, por meio de criatividade, empatia e um consistente aparato tecnológico que geramos soluções disruptivas em negócios de variados mercados.

No mundo IoT não existe uma solução “one size fits all”, que pode ser generalizada para diferentes segmentos e setores do mercado. Cada solução é única, porque cada cliente é único para nós. Dessa forma, os projetos de IoT precisam ser estudados e adaptados de acordo com o objetivo de cada projeto. É necessária, sem dúvida, uma arquitetura bem projetada que corresponda às necessidades do negócio. Para isso, estamos aqui.


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