Na busca frenética por esse alinhamento, as empresas se reinventaram com novos modelos de negócio, adotando estratégias e recursos diferenciados como metodologias ágeis, DevOps e colaboração, tanto as que adotavam tecnologias disruptivas, protagonistas dessa evolução, como as que as forneciam. Assim, muitas organizações, quando se deram conta, já estavam transformadas ou em processo de evolução.

Muitas tiveram de apresentar ao mercado seu novo posicionamento, mais amplo, mais ágil, mais ousado. A Intel recentemente acenou com foco em Experiência do Usuário em seu tradicional evento de canais, a SAP também anunciou no seu evento Sapphire Now 2019, agora em abril, que experiência e inteligência ganharam destaque em sua estratégia com inovação em Inteligência Artificial, modelos preditivos e integração protagonizando seu atual modelo de atuação. O Iguatemi Porto Alegre, por sua vez, com novo slogan “Viva bem do seu jeito”, se reposicionou para alinhar-se aos novos hábitos de consumo dos clientes do shopping.

Diferentemente desses exemplos, a transformação em alguns casos exige também o reposicionamento da marca (rebranding), visto que a atual já não traduz a nova atuação. Esse processo demanda reinvenção contínua e precisa fazer parte das companhias como uma característica inerente dos novos tempos digitais, em que os clientes têm o poder nas mãos.



Mesma essência, novos negócios