Nada vem de graça. É preciso suar a camisa e traçar a tática, considerando as habilidades de cada profissional do time, de forma que ao entrarem em campo, todos possam trabalhar em regime de colaboração. Um complementa o talento do outro.

O gerente de projeto tem a missão de manter uma equipe coesa e otimizada. Ele tem de reger com maestria, considerando que cada um tem papel e responsabilidades importantes para a conclusão e o sucesso do projeto. É necessário manter em sintonia a liderança desde o planejamento, execução, monitoramento, controle, até a finalização em todas as fases.




É um quebra-cabeça alinhar os processos de gestão de tempo, controle dos custos e de qualidade, ao mesmo tempo em que é necessário primar pela motivação do time. Mas a boa notícia é que, em conjunto, tudo fica muito mais fácil. Como diz um antigo provérbio africano: “Se quer ir rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá em grupo”.

Há que existir, portanto, muita habilidade para liderar, identificar, construir, motivar, engajar e até mesmo inspirar as pessoas a alcançarem um alto desempenho para garantir a vitória. E, assim, criar uma cultura de equipe dinâmica e coesa para aumentar a produtividade, o espírito de equipe e a cooperação.

Para isso, é vital investir em três grandes pilares para se apresentar ao cliente de maneira especial: Gestão inovadora, Conhecimento do Negócio e Governança Corporativa.

Caminho das pedras

Uma boa gestão pressupõe um grande trabalho, que se inicia desde o levantamento do escopo da oportunidade e escalação do time ideal, que é formado para atendê-la. Além disso, acompanhar de perto toda a evolução do projeto até a sua finalização e pós-implantação.

Já o conhecimento do negócio é o aditivo. É imperdoável iniciar uma partida sem conhecer o cliente, suas dores e os pontos críticos do seu setor de atuação. Essa bagagem é que será a base de um relacionamento de confiança. E também dará confiança à própria equipe.



Muitas vezes, o conhecimento é muito mais do que um facilitador, ele é um fator crítico de sucesso, tanto para a conquista da proposta como para a conquista do próprio cliente.

Nesse cenário, a governança corporativa tem ajudado o gestor a identificar e a solucionar possíveis desafios não mapeados durante os levantamentos iniciais. E mais: tem o poder de intensificar a segurança que passa ao nosso cliente.

Tudo isso, no entanto, vai por água abaixo, se não houver a escolha certa das pessoas que farão parte do time. Levando-se em conta aspectos técnicos, de negócio e pessoais. O que se pretende é o desenvolvimento de uma equipe eficaz na certeza de que estarão à altura dos objetivos do projeto. Dessa forma, é possível mapear grande parte dos riscos e manter a equipe engajada com a entrega contratada.